Hoje, 7 de setembro, dia da Independência do Brasil, muitos vão às ruas
para comemorar. Desfiles cívicos que despertam em nós o nosso
patriotismo, antes adormecido e esquecido. Todos exaltam a brasilidade,
reúnem-se em volta da bandeira para entoar o hino nacional, com a mão
sobre o peito.
Infelizmente todo esse nacionalismo, acaba com o alvorecer do dia seguinte, tudo dura apenas um dia. Ninguém se quer recorda a letra do hino nacional, na manhã posterior. Isso é lamentável, porém é a verdade. Deveríamos nos preocupar com o nosso país todos os dias, pois o futuro dele depende de nós, afinal nós que o fazemos.
Temos que promover mudanças na base do nosso país, não podemos nos calar diante os absurdos que vemos. A política vive uma de suas piores fases, vivenciamos uma falsa democracia, onde a vontade popular é desprezada e rebaixada aos desmandos dos senhores, que burlam as leis e continuam impunes, como se nada houvesse acontecido. O pior é saber que quem os colocaram no poder foram nós.
Se analisarmos bem nunca fomos totalmente independentes. O nosso primeiro imperador foi D. Pedro I, filho do rei de Portugal, que não hesitou em nos deixar para herdar o trono português. Muito tempo depois fomos vítimas de uma ditadura opressiva, que nos roubou a liberdade de expressão e estagnou a cultura. E agora quando dizem que conquistamos a democracia querem rouba-la de nós. Afinal cadê a sócio-democracia?
Infelizmente todo esse nacionalismo, acaba com o alvorecer do dia seguinte, tudo dura apenas um dia. Ninguém se quer recorda a letra do hino nacional, na manhã posterior. Isso é lamentável, porém é a verdade. Deveríamos nos preocupar com o nosso país todos os dias, pois o futuro dele depende de nós, afinal nós que o fazemos.
Temos que promover mudanças na base do nosso país, não podemos nos calar diante os absurdos que vemos. A política vive uma de suas piores fases, vivenciamos uma falsa democracia, onde a vontade popular é desprezada e rebaixada aos desmandos dos senhores, que burlam as leis e continuam impunes, como se nada houvesse acontecido. O pior é saber que quem os colocaram no poder foram nós.
Se analisarmos bem nunca fomos totalmente independentes. O nosso primeiro imperador foi D. Pedro I, filho do rei de Portugal, que não hesitou em nos deixar para herdar o trono português. Muito tempo depois fomos vítimas de uma ditadura opressiva, que nos roubou a liberdade de expressão e estagnou a cultura. E agora quando dizem que conquistamos a democracia querem rouba-la de nós. Afinal cadê a sócio-democracia?
Por Arthur Melo









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